sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Resenha: Matilda










Ano: 1988
Autor: Roald Dahl
Ilustrações: Quentin Blake


Sinopse:
























Todos os dias Matilda passava horas na Biblioteca, lendo um livro atrás do outro. Mas, quanto mais ela lia e aprendia, mais aumentavam seus problemas. Os pais passavam o tempo todo vendo televisão e achavam muito estranho a meninas gostar tanto de ler.
A diretora da escola achava Matilda uma fingida, pois não acreditava que uma criança pudesse saber tantas coisas. A história de Matilda até poderia ser triste. Mas Roald conta as coisas de um jeito tão absurdo e exagerado, inventa tantas travessuras e aventuras malucas que tudo acaba ficando muito engraçado.




O autor:







Roald Dahl nasceu no País de Gales, filho de pais noruegueses. Passou a infância na Inglaterra e, aos dezoito anos, foi para a África como empregado da companhia de petróleo Shell. Participou da Segunda Guerra Mundial como piloto da Real Força Aérea da Inglaterra. Começou a escrever quando era adido da embaixada inglesa em Washington. Seus livros para adultos e crianças são hoje traduzidos e apreciados no mundo todo. O que mais dizer desse autor... Ah, ele também é autor de livros como A fantástica Fábrica e Chocolate e As Bruxas.




Livro x Filme:






      















É claro que há diferenças. Mas não se preocupe não são ruins. Há partes no filme que não há no livro, e detalhes no livro que não estão no filme. A exemplo disso, digo sem achar que é um spoiler, que no livro a diretora é bem pior e aquela parte do filme com os bombons roubados não existe no livro, e tem um detalhe sobre a Srta. Mel que também é um pouco diferente. O filme no entanto representou muito bem o livro. E os atores representaram muito bem a personalidade de cada personagem.




A respeito disso outra coisa que achei bem diferente foi o final.
Mas calma, é só um detalhezinho mínimo. 
Mas pra saber espero que vocês leiam o livro e vejam o filme. 
Acredito que cada um é mágico como é e que não deveriam ser diferentes.



Minha opinião:

Como não amar?

Matilda me acompanha desde a infância. Me lembro de chegar ansiosa da escola para ver essa menina mágica na sessão da tarde. E era batata, só a globo anunciar que o filme ia passar que eu e minha irmã aguardávamos ansiosas.

Afinal que criança não amaria? Aventura, magia, uma garotinha extraordinária, uma professora amável e uma diretora assustadora. O resultado dessa mistura é simples: Encantamento.

Eu ficava encantada com a Matilda e tentava mover os objetos como ela. Mas não pense que é só uma história infantil. Matilda me encanta até hoje e acho que sempre encantará.

Acredito que sim, todas as crianças deveriam conhecer Matilda porque além de ser uma história excelente é um baita incentivo à leitura. Ela passa horas na biblioteca desbravando novos mundos conhecendo de tudo um pouco, de uma forma tão fascinante, que acho que quem não iria se interessar depois disso?













O livro assim como o filme é incrível, e ainda mais. É o que eu esperava do livro (não eu não li antes de ver o filme) e muito mais. Acredito que a maioria de vocês conhece a história dessa garotinha e a você que não conhece eu lhe sugiro: leia, veja, imagine!




-Déborah Queiroz



terça-feira, 13 de outubro de 2015

SURPRESAS DE UM DIA QUENTE









Dia quente... Logo cedo o sol castiga minhas têmporas. O asfalto parece o solo de panela sob o fogo. Mas preciso chegar onde devo ir, resolver meus problemas. Eles não param só porque está um dia incrivelmente quente e maçante.

Mas é claro, minha chegada parece durar uma eternidade. Ouço um farfalhar atrás de mim. Paro, penso, prossigo. Outro farfalhar. Me viro, ele grita e me olha cheio de curiosidade. Prossigo pela rua, ele me segue.

__Vai, chô! – Digo com um gesto exagerado.

Mas ele não liga, dá um latido feliz e passa por entre minhas pernas. É claro, acho que já era de se esperar que um filhote ficasse tão animado em um dia quente quanto em um dia de brisas suaves.

Talvez se ignorá-lo ele vá embora. Volto a caminhar cantarolando e ignorando seus latidos insistentes no meu calcanhar. Eu cantarolo, ele late. Canto mais alto pra ver se ele para de latir. Ele late mais alto. Ficamos nesta discussão até que estou quase gritando uma música qualquer e ele está gritando por um pouco de atenção.

Paro, olho pros lados. A rua está vazia.

__Olha, eu acho você uma gracinha até – começo me abaixando – mas você não pode vir comigo tá. Não pode. E não pode ficar me seguindo pela rua então tchau! – com um gesto rápido me levanto e dou passos largos, mas ele é mais rápido que eu e corre a minha frente, para me desafiando e inclina a cabeça numa imploração silenciosa.

__Eu já disse – continuo, com as mãos na cintura – você não pode vir comigo. Vai pra casa. C-A-S-A! – repito devagar implorando internamente pra que ele entenda – A sua dona deve estar te procurando. – ele faz um aceno rápido com a cabeça e dá um pulo. – Já que você vai agir assim não me resta outra opção! – retruco batendo o pé.

Claro que pensei em leva-lo pra dona, o único problema é que eu não fazia ideia de onde ela morava ou de onde ele viera. Ele parou, coçou a orelha e me encarou sorridente.

__Olha você precisa tentar encontrar sua dona tá? Volta. – Apontei pra trás e ele pareceu entender dando um muxoxo triste e indo pra onde eu indicava.
Segui meu caminho sem olhar pra trás. Ele devia estar bem. Não podia levá-lo comigo e ele teria que encontrar seu caminho sozinho.

Andei mais algumas quadras e cheguei ao meu destino. Abro a porta giratória. Quando piso o pé na loja a primeira coisa que escuto é um latido vindo de baixo. Ele me seguiu. Me seguiu silenciosamente pra que eu não o mandasse embora. As pessoas da loja me encaram. Eu o ignoro. Finjo que não o conheço. Ele late e abana o rabo clamando por atenção. O ignoro.

Passo o dia todo assim. A cada loja, a cada resolução de problema, e até no restaurante, ele me segue feliz e latindo por atenção. Eu o ignorei todo o dia. Não que isso tenha resolvido porque ele continuou o dia todo no meu pé como se eu fosse sua dona.

Já é noite e a rua está se esvaziando. Preciso voltar pra casa. Paro e olho pra ele num desafio.

__Preciso ir pra casa. Você precisa parar de me seguir. Precisa encontrar seu caminho. Bom, acho que você não tem dona senão ela teria vindo atrás de você horas atrás. Mas vai achar uma dona ou um dono que te ame muito tá. – afago sua cabeça - Adeus.

Me viro, dou alguns passos e percebo que ele não me segue. Olho pra trás, ele está lá onde o deixei, cabisbaixo. Chego perto dele. Ele deita de barriga pra cima e me encara. Não podia deixa-lo ali, ele é só um filhote.


__Vamos. – Digo com um aceno de cabeça e um sorriso, ele me segue.


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

BLACK ISH





Primeiro episódio: 24 de setembro de 2014
Emissora: ABC
Criadora: Keyna Barris Kenya Barris

PRÊMIOS:
Image Awards –
Melhor Ator em Comédia
Anthony Anderson, Black-ish (ABC)
Melhor Atriz em Comédia
Tracee Ellis Ross, Black-ish (ABC)
Melhor Comédia
Black-ish
Melhor Ator Coadjuvante em Comédia
Laurence Fishburne – Black-ish (ABC)
Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia
Yara Shahidi – Black-ish (ABC)



SINOPSE

Andre 'Dre' Johnson (Anthony Anderson) está prestes a ser promovido a Vice Presidente. Ele e sua esposa, a médica Rainbow (Tracee Ellis Ross) estão vivendo o Sonho Americano: ótimas carreiras, quatro lindos filhos, uma casa colonial em um bairro de classe média. Porém, Dre começa a ver sua vida perfeita de forma diferente quando descobre que está sendo promovido novamente e, na mesma semana, seu filho anuncia que quer ter um Bar Mitzvah. De repente, uma luz acende para Dre: Será que o sucesso subiu à cabeça e sua família está se distanciando da própria identidade?




ATORES


Anthony Alexandre Anderson é um ator e comediante norte-americano. Ele estrelou sua própria série All About the Andersons, bem como os dramas K-Ville e Law & Order. Ele também fez papéis coadjuvantes em filmes como Transformers e Os Infiltrados.








Tracee Ellis Ross é uma atriz , modelo, humorista, produtora de americana .  A filha da cantora / atriz Diana Ross, Ross começou sua carreira atuando em filmes independentes , série variedade e sediou a revista de cultura pop  The Dish on Lifetime. Ela é conhecida por seu papel como Joan Clayton na série de comédia UPN / CW  Girlfriends . Ela estrelou o show de 2000 a 2008.  Em 2014 Ross começou estrelando como Dr. Johnson do arco-íris na série de comédia da ABC Black- ish.




Laurence John Fishburne III é um ator que já foi indicado ao Oscar, Globo de ouro, SAG Awards e BAFTA de Melhor Ator, pelo filme What's love got do with it . De 2008 a 2011 integrou o elenco fixo da série CSI: Crime Scene Investigatios no papel do perito criminal Ray Langston. No cinema seu papel de maior destaque foi o de Morpheus na trilogia Matrix. 








Yara Shahidi é uma atriz mirim norte-americana mais conhecida por interpretar Olívia no filme de comédia “Imagine Só!” com Eddie Murphy.










Marsai Martin é uma atriz mirim conhecida por seu papel em Black ish.










Miles Brown é um ator mirim conhecido por seus papéis em Black ish e No ritmo do passinho.










Marcus Scribner é um ator conhecido por seu papel em Black ish, já foi indicado para o prêmio NAACP Image Award de Melhor ator Coadjuvante na série de comédia Black Ish e faz parte do elenco do filme The good Dinosaur que estreia em novembro deste ano.









MINHA OPINIÃO:



Por enquanto a série tem apenas uma temporada, mas a próxima já está confirmada. Mas já posso dizer que estou amando essa série. A série poderia ser de âmbito comum, uma família negra... Isso lembra Everybody Hates Chris não é? Mas a série é apontada por outro ângulo.
Após conseguir tudo que almejava Drê tem medo de esquecer de onde veio, suas lutas e se tornar um “metido rico” e pior ele tem medo que isso afete seus filhos tornando-os mesquinhos. A série aborda diversos ângulos do preconceito racial de forma cômica, trás temas atuais de forma descontraída e que causou muita polêmica desde o episódio pilot justamente por tratar tanto do preconceito racial.
A série me encantou desde o primeiro episódio, é leve, divertida, descontraída, trata de temas atuais e tem atores incríveis. Quando vi o primeiro episódio não consegui parar até terminar a temporada e acredito que se for conduzida nesse ritmo a série tem potencial para ter várias temporadas com bom conteúdo.



Minha personagem favorita é a Rainbow ou Bow - Tracee Ellis Ross – ela é encanadora e divertida. Bow é uma bem-sucedida médica e sempre tenta inspirar seus filhos a seguir sua carreira, mas ao contrário do que vemos em algumas séries, ela acha que os filhos tem que viver suas próprias experiências no mundo para se descobrirem, sendo uma mãe mais "Liberal".



Os gêmeos interpretados por Marsai Marti e Miles Brown também entram no meu conjunto de personagens favoritos da série. O que me chamou a atenção neles, é que um é o oposto do outro e mesmo ainda sendo crianças isso é evidente. Fora que são super divertidos e fofos. ^.^

Em suma, é uma excelente série de comédia, tem muito potencial e recomendo muito pra você que queira um momento de descontração ou vários se assim como eu, você se viciar na série. Enfim eu me encantei e tenho certeza que se você gosta de séries como Everybody Hates Chris e The Goldbergs também vai amar essa série. =]









Iai pessoal me digam o que acham da série, o que esperam dela? 
Não esqueçam de comentarem e de curtirem a nossa página no face:
https://www.facebook.com/Gordices-liter%C3%A1rias-351367091738209/timeline/

Até a próxima =]

-Déborah Q

terça-feira, 6 de outubro de 2015

RESENHA: FANGIRL








Data da publicação10 de setembro de 2013
Autora: Rainbow Rowell 
GêneroFicção juvenil
Indicações Goodreads Choice Award de Melhor Ficção Young Adult



Sinopse:

Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme. Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar.
Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real.

Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto. Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências.
Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?

A autora:

  


Minha opinião:



Tá, eu simplesmente amei o livro. Ele não era meu, o livro. Pedi ao meu amigo Gabriel um livro pra ler emprestado sobre uma Jornalista (Azul da cor do mar) e então no dia que eu ia pegar o livro ele chegou em mim e falou “Amiga, a personagem desse livro é você!”

Tá, fiquei muito cética, mas depois que li, acho que nem posso dizer o quanto me identifiquei com a Cath. Ela é fã da série Simon Snow (Muito igual à Harry Potter), escreve Fiction sobre a série, vive a série. Tá, sou Potterhead, talvez seja isso. Ou o fato de que Cath está ingressando na Universidade e ela agiu exatamente como eu agi no meu primeiro dia na faculdade.

Enfim, tem romance sim, então se você não gosta tanto de romance pode ser que fique cético com o livro, mas acredite a leitura é muito leve e gostosa.


Minha personagem favorita é a Cath, justamente por ter me identificado tanto com ela – medos, inseguranças, descobertas, Simon Snow. Levi, que é muito importante na trama (sem spoilers- isso é difícil k). Ele é um nerd, mas não se engane, Levi é não é um nerd comum. Ele tem uma peculiaridade que o faz ser diferente dos outros além de ser um personagem completamente carismático e apaixonante. Reagan – colega de quarto de Cath – também é minha personagem favorita, ela é o oposto de Cath, festeira, marrenta. Mas é muito interessante ver a amizade das duas ser construída ao longo do semestre e a lealdade que se forma entre elas.



Opinião final: Vale a pena sim. Como eu disse é um livro leve, que flui e tem uma narrativa bem legal. Recomendo muito pra vocês até porque ele se tornou um dos meus favoritos.



Se você já leu esse livro, ou pretende ler, me diz o que achou, ou o que espera desse livro. E me diz se gostou da resenha =] 
Por favor não esqueçam de comentarem é muito importante.
Até a próxima gordos :P



sexta-feira, 2 de outubro de 2015

DIAS NUBLADOS

FROM: http://nathyrs.tumblr.com/

Pela fresta aberta da cortina do quarto consigo ver que o dia está nublado.
Céu cinza. O vento castiga as cortinas balançando-as numa dança infinita.
Algumas pessoas dizem “Veja como o dia está lindo!” em um dia de sol a pino e céu azul sem nuvens.
Não eu. Gosto de dias cinzas. Apenas observando pela fresta da janela consigo dizer “Nossa, como o dia está lindo!”. Não, não sou uma pessoa estranha, não sou antissocial nem depressiva. Não passo os todas as horas de todos os dias em frente ao computador. Gosto de passá-las na varanda com um bom livro e um bom chá acompanhado de biscoitos.
Me levanto e abro as cortinas. Sua dança cessa e o vento ruge sob meu rosto, fazendo meus cabelos balançarem. Finalmente abro a janela completamente e o vento ruge mais forte, me desafiando. O encaro como um leão pronto pra briga. Não há o que brigar, o que vencer ou perder. O vento me reconhece e me abraça, somos velhos amigos.
O céu também ruge, num aviso. 
A magia está que em dias nublados, posso ser quem quiser, posso dançar com o vento e esperar ansiosamente que após o rugido do céu, venha seu choro, cálido e singelo.
A magia está que em dias nublados, amores impossíveis podem ser reais. Um beijo na chuva, um sussurro trazido pelo vento. Mundos imaginários. Claro, isso tudo é possível em dias comuns, “dias lindos”, mas a magia se perde. O sol nos obriga a pensar na vida, pensar na rotina, num futuro comum.
Pro café da manhã tem cereais na bancada da cozinha, típico como em todos os dias. Mas ela sabe como dias nublados são especiais pra mim e deixa um chocolate quente com marshmellows  a minha espera. 
Ela deve estar no escritório, escrevendo. Minha mãe. Ela também não deixou a magia se apagar e dias nublados são uma inspiração imperdível para seus romances. 
É, dias nublados são uma inspiração imperdível. 
Abro a porta de casa e vou. A névoa recobre toda a cidade, modificando e transformando seus cenários.
Rostos singelos e cálidos em dias comuns transformam-se em máscaras. O vento trava uma batalha incessante com cada passante, cada humano que lhe castiga com palavras de desprezo por simplesmente ter aparecido, roubando-lhes mais um “dia lindo”. 
É claro, essas pessoas estão alienadas demais em suas rotinas comuns para notarem a magia de um dia cinza. A magia que os cerca a cada passo, a cada sonho, a cada pensamento e possibilidades que um dia nublado propicia.
Mas o vento não briga comigo, ele é meu amigo. Nós dançamos com o som das cantigas e do crepitar do fogo embalados por nossa imaginação.
Chego ao meu destino e me despeço do vento com um sorriso. É hora de mais um dia de trabalho. Me sento atrás do balcão e olho envolta. A biblioteca. Suas altas estantes de carvalho me chamam e cedo ao seu chamado abrindo um livro.
Dias nublados, dias mágicos.
Dias que podem se transformar em qualquer cor que você queira.
-Déborah Queiroz

Sim eu realmente amo dias nublados. Me parecem tão acolhedores quanto uma torta de amoras com chocolate quente. Foi exatamente no último dia nublado que teve por aqui que escrevi esse conto enquanto olhava o céu através da janela e sorria. 
Espero que tenham gostado.
E vocês o que acham de dias nublados?
Até a próxima ;)